Vivência (com retiro) para Casais

Sintonia & Fluidez

O QUE É:

Desenvolvimento das relações do casal através de dinâmicas em grupo e a dois. Construção de novos canais de comunicação entre o casal e novas formas de interação a partir do entendimento dos tipos de personalidades dos dois.


PÚBLICO – ALVO:

  • Casais que estão abertos para mudança, ou em processo de avaliação da relação a dois, e buscando novas formas de interação e comunicação para gerar uma relação com mais harmonia e leveza.


OBJETIVOS:

  • Desenvolver dinâmicas que possibilitem mais aproximação, amorosidade, despertar,  maior identificação de perfis pessoais, padrões de comportamentos, crenças que movimentam  e entender com mais clareza seus  valores pessoais bem como eles regem e conduzem a  relação do casal.

  • Construir uma visão/ percepção sobre as relações e emaranhados familiares que podem estar afetando diretamente os comportamentos de cada um e da própria relação, impedindo cada um de expressar e viver sua essência.

 

COMO:

  • Um final de semana, sexta a domingo.
     

QUANDO/ ONDE:

  • Data e Local a confirmar.
     

QUANTAS PESSOAS:

  • Entre 5 e 10 casais. 


 

A Ordem do Amor

Carl Gustav Jung denominou o feminino presente na alma do homem de anima e o masculino presente na alma da mulher de animus. No “Amor do espírito” (referência 4), Bert Hellinger explica que para o anima e o animus se manterem nos limites, o filho deve passar cedo para a esfera do pai e a filha retornar cedo à esfera da mãe.

Hellinger afirma que “o homem sente atração pela mulher porque, como homem, falta-lhe a mulher. E a mulher sente atração pelo homem porque, como mulher, falta-lhe o homem. O masculino está orientado para o feminino: por isso o homem precisa da mulher para ser homem. E o feminino está orientado para o masculino: a mulher também precisa do homem para ser mulher”.


Na ordem do amor, o homem quer a mulher como mulher e a mulher quer o homem como homem. Se o querer se dá por outras razões, como diversão, sustento, cultura, religião, proteção, por exemplo, “a casa foi construída sobre a areia”.

A troca nunca se pode dar como na relação entre pais e filhos, onde há ordem hierárquica, porque o desequilíbrio entre o dar e o tomar, numa relação entre homem e mulher, a coloca em risco. Se, por exemplo, numa relação de casal, um parceiro busca no outro um amor incondicional, como uma criança busca em seus pais, ele espera receber do outro a mesma segurança que os pais dão a seus filhos.

Isso provoca uma crise na relação, fazendo com que aquele de quem se esperou demais se retraia ou se afaste. E com razão! Pois ao se transferir para a relação de casal uma ordem própria da infância, comete-se uma injustiça para com o parceiro.
Quando, por exemplo, um dos parceiros diz ao outro: “Sem você não posso viver” ou: “Se você for embora eu me mato”, o outro precisa se afastar, pois tal exigência entre adultos no mesmo nível hierárquico é inadmissível e intolerável.

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